quarta-feira, 30 de setembro de 2015

DETALHES DE UNIVERSIDADE MONSTROS QUE VOCÊ PROVAVELMENTE DEIXOU PASSAR

Você sabe todas as mensagens escondidas do filme Universidade Monstros? Descubra aqui.

Se Universidade Monstros já faz parte da sua coleção de filmes da Pixar, não deixe de assistir a grande quantidade de extras que mostram detalhes monstruosos da realização do filme. Escolhemos alguns destes detalhes para impressionar você, seja da primeira ou segunda vez. Confira:

Por exemplo…

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A biblioteca de Universidade Monstros chama-se Bohol Hall em homenagem a um artista da Pixar chamado Nelson Bohol, o encarregado por desenhá-la.

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Outra coisa que talvez você tenha perdido ao assistir Universidade Monstros é este detalhe escondido. O cartão de visita de Don exibe o endereço Dark Ave ,1.200, muito parecido com o endereço da Pixar, que é Park Ave, 1.200.

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Outro dado interessante: o endereço da casa da fraternidade O.K. é o mesmo da casa onde o diretor Dan Scanlon passou sua infância.

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(Monstros S.A x Monstros Universidade)
Nos extras de Universidade Monstros você também pode saber como foi a experiência dos animadores de fazer a versão 18 anos mais jovem de Mike e Sulley. Para um personagem que é um olho gigante com duas perninhas, deve ter sido bem difícil.

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+1 EXTRA: se assistir aos créditos do filme, ficará sabendo se este rapaz consegue chegar a tempo da aula.
E você. Conhecia todos esses detalhes?

A HISTÓRIA POR TRÁS DE UNIVERSIDADE MONSTROS

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Já começaram as aulas na Universidade Monstros, mas bem antes dos monstros mais cativantes da Disney serem aprovados, os produtores nos Estúdios de Animação da Pixar já tinham arregaçado as mangas para preparar um dos filmes mais divertidos de todos os tempos.

“Trabalhamos na história de Universidade Monstros por três ou quatro anos”, conta Kesley Mann, supervisor de uma equipe de artistas cuja tarefa é esboçar a história para criar sua forma visual. Ele explica que os desenhos deviam reproduzir a ideia do que o diretor Dan Scanlon queria para o filme, e que resultou em uma espécie de historinha como produto final.

Para conseguir modelar todos os detalhes da aparência visual da universidade, a equipe de roteiristas começou sua pesquisa o mais rápido possível. “A metade do nosso trabalho é o que fazemos antes de começar o roteiro. A outra metade é o storyboard desse roteiro”, descreve Mann. Para concretizar esse processo, alguns filmes levaram os escritores da Pixar até as montanhas escocesas, aos esgotos de Paris ou, inclusive, a explorar o fundo do mar. Desta vez, Mann e sua equipe tiveram que retornar à universidade. Estavam justamente à procura de um ambiente familiar para o filme. “Visitamos diferentes universidades para juntar várias ideias que nos permitissem captar a atmosfera do lugar”.

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Além de poder reproduzir a aparência física dos novos estudantes, a pesquisa da equipe e suas experiências pessoais permitiram recriar a experiência emocional dos novatos diante da aterrorizante universidade. “A maioria das coisas que fazemos está ligada à nossa pesquisa externa, embora também seja importante realizar uma internamente para revisar nossas experiências pessoais de quando frequentamos a universidade. Conversamos bastante sobre o que vivenciamos na universidade, como nos sentíamos naquele momento, o que pensávamos e procuramos incluir isso no roteiro.

Essa pesquisa “interna” ajudou bastante para identificar as sensações que dois jovens monstros podiam ter ao chegar a um lugar cheio de novos companheiros… literalmente assustadores. Embora Mike Wazowski e James P. Sullivan sejam de mundos diferentes, Mann e sua equipe trilharam um caminho decididamente humano para definir suas emoções. “Foi incrível poder trabalhar novamente com esses personagens e imaginá-los jovens”.

Os milhares de desenhos da equipe de Mann transmitem cada quadro do longa-metragem. “Fizemos um total de 22.246 desenhos, o que é um exagero, muito mais do que já se fez para outro filme da Pixar”, diz Mann orgulhoso. Esses desenhos em seguida criaram um primeiro esboço animado do filme “Depois, fizemos a edição para juntá-los e adicionamos os efeitos sonoros, a música e o áudio para poder assistir em uma tela e ver o resultado”.

O diretor de “Monstros S.A.”, Pete Docter, e o do departamento de criação, John Lasseter, opinavam nas reuniões mensais sobre como devia ser a história de Mike e Sulley quando se conheceram. “Quando você cria uma história, não pode se restringir a um desenho para ter a liberdade de encontrar o que realmente deseja”, diz Mann sobre esse processo. Mas, às vezes, são os primeiros esboços que acabam captando exatamente um determinado momento:  “Lembro de uma cena onde Mike está treinando seus sustos: o diretor Dan Scandon sempre olhava os esboços para captar a emoção refletida neles”.

A imagem da personagem da Diretora Hardscrabble foi difícil de captar. Os escritores precisaram propor várias ideias até chegar a uma diretora que desse medo, em uma universidade onde todos são assustadores. “Originalmente, seria um homem que entrava gritando e acabava não intimidando ninguém. A diretora tem essa aparência reservada que chega a dar calafrios”, explica Mann sobre um dos seus personagens favoritos.

Trabalharam arduamente durante anos e alcançaram seu objetivo: obter uma animação que capturou de forma emocional e artística o esqueleto do que mais tarde seria o produto final. Bom trabalho!

UMA HOMENAGEM À DIANE DISNEY MILLER

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Quando o assunto é conhecer a vida de Walt Disney, nunca falta informação. Nesta segunda e última parte da entrevista, Diane fala sobre as férias da família Disney e de como cuida do legado de seu pai atualmente.

O local favorito para descansar de Walt Disney: Smoke Tree Ranch
“Era o único lugar onde a gente ia passar as férias porque papai gostava do ar do deserto, ele adorava qualquer coisa relacionada a caubóis. O jantar era igual para todos que, ao som da sineta, iam para a sala de refeições fazer fila para se servir. Na sua primeira vez, você recebia um pin com o seu nome gravado. Lembro que acabava de aprender a escrever o meu nome e usei esse mesmo pin por vários anos.
Papai adorava ficar rodeado de gente e, por isso, sempre se sentia muito à vontade nesse lugar. Minha irmã e eu gostávamos de andar a cavalo e de bicicleta, era um lugar incrível. A primeira coisa que a gente fazia ao chegar, era alugar as bicicletas e pedalar até a estação. Era como um sonho: visitávamos os estábulos, subíamos nos cavalos e íamos para o deserto. Era muito divertido.
Ficamos muito contentes quando fomos morar em nossa primeira casa por lá. Mas papai acabou vendendo a casa para financiar a Disneylândia. Nossa segunda casa era muito linda, moderna e colorida. A gente tinha uma piscina pequena e as cabines eram brancas com janelas e portas azuis.
Meu pai adorava andar a cavalo pela manhã junto com Johnny Boyle, um cantor country. Uma das suas músicas mais famosas era “The Country Bear Jamboree”. Papai achava muito inspiradora, porque essa música realmente captava o estilo musical dos caubóis”.

Os cavalos
“Quando eu era ainda um bebê, meu pai já jogava polo. Andávamos a cavalo desde os estábulos que ficavam na esquina do parque Griffit (Los Angeles), onde ele guardava seus cavalos, até um bulevar com fontes. Lá, tinha um lugar para andar a cavalo que se chamava “O estábulo de DuBrock”. Depois atravessávamos o rio (Matson). Era um lugar incrível para cavalgar. Adorávamos os nossos cavalos… acho que qualquer menina adoraria”.

Os parques
“Papai sempre falava sobre ter seu próprio parque de diversões, desde os anos 20. Ele ficaria muito emocionado com o resultado das coisas. Ele também gostava de “Audio-Animatronics” e “Tomorrowland”. Eu não fui a todos os parques, mas conheci a Disneylândia de Tóquio e o parque aquático que tem lá. Também conheço a Disneylândia e o Walt Disney World. Quando meu pai faleceu, já estavam construindo esses parques. Ele sempre visava o futuro e acho que para ele seria muito emocionante”.

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O museu da família Disney
“Achamos muito emocionante, porque sempre encontramos coisas incríveis para mostrar e, além disso, é sempre um desafio mantê-lo vivo. Não tenho nenhuma coleção pessoal, mas precisávamos reunir uma boa coleção para o nosso museu, portanto, pegamos tudo o que estava ao nosso alcance. Nos centramos na parte pessoal, os esboços e a arte conceitual, que servem de base para fazer os filmes. Também montamos um pequeno cinema onde passam todos os filmes continuamente. É algo bastante popular, realmente agrada a todos”.

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O Condado de Napa
“Estávamos procurando um novo investimento familiar. Desde a primeira vez que vim nunca mais quis voltar para casa. Foi um lugar perfeito já que Ron não estava mais nos estúdios e tínhamos uma adega. Desde então, embora não seja prático ter um apartamento na cidade, sempre estivemos aqui em Napa”.

A eterna pergunta
“Tinha que ser: Qual é o seu personagem ou filme favorito? Não sei dizer. Há pouco tempo estava conversando com alguém e chegamos a uma conclusão. Quando você assiste a um filme, acha que é o seu favorito. Mas depois assiste a outro e, por algum motivo, muda de ideia. Portanto, não tenho um filme favorito”.

A VERDADEIRA HISTÓRIA DE ROCKY, O RINOCERONTE DE “MOGLI, O MENINO LOBO”

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                                                        Quando você é um contador de histórias da Disney, sabe que vai ter dias bons e, alguns, não tão bons quanto gostaria. Criar uma história convincente para um longa-metragem de animação pode ser um desafio frustrante, especialmente se o seu diretor for ninguém menos do que Walt Disney, o “Grande Mestre”. Walt foi um editor de histórias que tinha um talento nato e instinto inigualável na hora de criar sequências cinematográficas atraentes e convincentes. Ele sempre sabia quando as histórias dariam certo, cativando e emocionando a plateia. Mas se você não entregasse o que prometeu, ou pior, se criasse algo de mau gosto, era muito provável que acabasse tendo problemas.

Tudo começou em uma das tantas reuniões que tivemos com Walt para trabalhar em “Mogli, o menino lobo”, em 1966. Ele não parava quieto em sua cadeira, como se algo o incomodasse, e batia os dedos na mesa impacientemente. Quem já participou de alguma reunião com Walt sabe que isso não era bom sinal. Os storyboards estavam bons e o novo personagem tinha boas possibilidades de tornar o filme engraçado. Além disso, os roteiristas estavam dando o tom perfeito, mas simplesmente faltava algo.

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Desenho de Walt Disney feito por Floyd Norman

Isso não era raro. Walt precisava se convencer quando se sentia insatisfeito com algo. Mas o diretor Woolie Reitherman tinha uma última carta na manga e disse que o diretor de animação, Milt Kahl, queria começar a trabalhar em um personagem bastante engraçado. Assim que esse gênio desse vida à criatura, certamente, seria hilariante.

Walt cedeu meio a contragosto e deu permissão para a próxima etapa dos storyboards, ou seja, os esboços da história seriam reunidos para formar o que, naquele tempo, era conhecido como “leica” ou “story reel”. Assim que o material estivesse pronto, o “Grande Mestre” daria uma olhada.

Após algumas semanas, Walt estava disponível para outra reunião. Porém, ela ocorreu na sala de projeção do terceiro andar do prédio de animação. Como era de costume, Walt entrou na sala tossindo alto. O chefão sentou-se ao lado de Reitherman, Larry Clemmons e outras grandes personalidades. Eu fiz o possível para sentar bem longe de Walt porque, especialmente nesse dia, preferia não ser visto.

É provável que ninguém conheça essa sequência de “Mogli, o menino lobo”, da qual estou falando, porque nunca foi exibida. Na verdade, fora o pessoal da equipe do filme, quase ninguém viu a sequência de Rocky, “O Rinoceronte”. Ela não causou o efeito esperado no estúdio e Walt detestou cada minuto da apresentação.

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Assim que o projetista desligou o projetor e acendeu as luzes, podia-se ver que Walt não estava nem um pouco satisfeito. Ele já tinha demonstrado toda a sua indignação com os storyboards e novamente foi submetido a uma apresentação lastimável. Era praticamente torturante assistir à sequência do rinoceronte. Não é preciso dizer que a maioria de nós saiu de fininho para não ter de ouvir o que Walt diria aos nossos superiores. Procuramos sair discretamente da sala para voltar às nossas mesas, aliviados por não ter de participar dessa situação desagradável.

Alguns meses depois, conseguimos concluir o trabalho de “Mogli, o menino lobo” e várias pessoas me disseram que é um belo filme. Certamente, nunca souberam da história dos famosos rinocerontes que foram parar na sala de corte de Walt Disney.

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SABORES DA ÁFRICA INVADEM O ANIMAL KINGDOM

O Harambe Market, mercado repleto de vida, aromas e sabores típicos das ruas africanas, adiciona uma empolgante nova área à Harambe Village, no Disney’s Animal Kingdom.
Construído ao redor de um depósito de trem da era Colonial e de uma caixa d’Água dos anos 60, o Harambe Market convida os visitantes do Disney’s Animal Kingdom a experimentarem verdadeiros sabores da África, antes ou depois de embarcarem na exótica aventura que é o Kilimanjaro Safaris.
Quatro lojas temáticas oferecem deliciosas refeições, lanches e bebidas como aquelas encontradas nas tradicionais feirinhas africanas.
Harambe Market, a new quick-service food and beverage location offering street-inspired dishes from walk-up windows is now open at DisneyÕs Animal Kingdom. For guestsÕ convenience, the space also opens up a new pathway from Africa to Bradley Falls and the Asia section of the park. DisneyÕs Animal Kingdom is one of four theme parks located in Lake Buena Vista, Fla. (Matt Stroshane, photographer)
As lojas foram construídas com inspiração na cultura africana e apresentam fachadas coloridas que refletem a personalidade do dono, além de oferecerem diversas opções ao visitante:
  • Kitamu Grill: oferece um saboroso frango no espeto e sanduíches de quibe em pão sírio;
  • Famous Sausages: aqui você aprende o que é o verdadeiro “corndog” com as salsichas sul-africanas “boerewors” envolvidas por uma massa de milho infundida no curry;
  • Chef Mwanga’s: a especialidade é a Karubi Rib, uma costela temperada combinada com salada de repolho, cenoura e mamão papaia;
  • Wanjohi Refreshments: (wanjohi significa “cervejeiro” em Swahili) para saciar a sede com cervejas artesanais como a Safari Amber Lager; seis vinhos sul-africanos servidos na taça; o “frozen drink” The Starr of Harambe, feito com o rum africano Starr e purê de manga em uma caneca especial; sangria vermelha com licor de tangerina Van der Hum; além da limonada de tangerina não alcoólica ou refrigerantes vindo direto de Zimbábue, como o Sparberry.
No Harambe Market, o que não faltam são áreas para os visitantes relaxarem enquanto saboreiam a sua refeição. Mercadorias vindas diretamente da África enchem as lojinhas e o mercado também vai oferecer acesso direto ao Kilimanjaro Safaris, ao trem Wildlife Express com destino ao Rafiki’s Planet Watch e um atalho para atrações da Ásia, como o Expedition Everest.
Dentre as novidades, um novo espetáculo noturno promete surpreender os visitantes do Disney’s Animal Kingdom. O show combina música ao vivo, lanternas flutuantes, telas de água e um redemoinho de figuras animais.
A apresentação ganhará vida magicamente no amplo palco natural do Discovery River, entre a Discovery Island e o Expedition Everest, para o deleite dos espectadores, encerrando com chave de ouro um dia cheio de aventuras no Disney’s Animal Kingdom.
Em conjunto com outros projetos previamente anunciados, o parque temático Disney’s Animal Kingdom passa pela maior expansão de sua história.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

O FIGURINO QUE RAHEL AFILEY CRIOU PARA OS MUPPETS

Suas criações poderão ser vistas em Muppets 2: Procurados e Amados.

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Vestir celebridades únicas e brilhantes como eles não é trabalho para qualquer um. Assim, para esta nova aventura, a responsabilidade teria que ficar nas mãos de alguém como a renomada figurinista Rahel Afiley, que já trabalhou com eles em Os Muppets.Rahel conhece muito bem o estilo da turma: “Eu já sabia o que esperar: o que cai bem em humanos, não necessariamente cai bem nos Muppets”.
As roupas de todos os personagens foram especialmente criadas de acordo com suas personalidades e, é claro, com seus tons de pele. As roupas de Dominic, interpretado pelo comediante e escritor Ricky Gervais, são peças com um corte tradicional e que ficam mais escuras à medida que seus crimes se tornam mais frequentes durante a história. Também é muito fácil perceber o estilo europeu presente no guarda-roupa de Jean Pierre Napoleón, interpretado por Ty Burrell, com tons avermelhados e azuis marcantes: “Seu personagem tem esse estilo francês sofisticado da década de 1960″.
As roupas não foram criadas só para que caíssem bem em cada um dos Muppets, mas também para combinar com os atores humanos com os quais eles compartilharam as cenas. Pensando nisso, o figurino de Ty Burrell foi criado para combinar com a pele de Sam, a Águia.
Ficou claro que, quando se fala em roupas excepcionais, é impossível não mencionar a grande Miss Piggy, pois, como a própria Rahel declara, nenhuma das roupas dos demais Muppets pode ser comparada com as dela. “No filme, ela troca de roupa, pelo menos, 23 vezes, mais do que qualquer outro ser humano ou Muppet. Na verdade, ela tem mais mudanças de roupa do que todos os atores humanos juntos. Piggy é uma diva”, conta Rahel. E não poderíamos esperar nada diferente!
Fica claro que o grande talento desta incrível figurinista ajudou a transformar Muppets 2: Procurados e Amados em uma aventura cheia de emoções.



CONFIRA PÔSTER INÉDITO DE ZOOTOPIA, NOVA ANIMAÇÃO DA DISNEY

No primeiro pôster de Zootopia, nova divertida comédia da Disney prevista pra estrear nos cinemas em fevereiro de 2016, podemos ver a dupla de personagens hilários Judy Hopps e Nick Wilde.
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Zootopia é uma cidade moderna diferente de todas as outras que você já viu. Nela os humanos nunca existiram. Composta de bairros-habitat como a elegante Sahara Square e a gelada Tundratown, é uma grande mistura onde animais de todos os ambientes vivem juntos, um lugar onde independentemente do que você seja, do maior elefante ao menor roedor, você pode ser o que quiser.
Quando a otimista policial Judy Hopps chega em Zootopia, ela descobre que ser a primeira coelha em um departamento de policia formado por animais grandes e fortes não é nada fácil. Determinada a provar seu valor, ela agarra a oportunidade de solucionar um caso, mesmo que isso signifique formar uma parceria com o malandro Nick Wilde, uma raposa de caráter duvidoso.
Zootopia do Walt Disney Animation Studios é uma comédia repleta de aventura dirigida por Byron Howard (Enrolados, Bolt – O Supercão) e Rich Moore (Detona Ralph, Os Simpsons) e co-dirigida por Jared Bush (Penn Zero: Part-Time Hero). A estreia nos cinemas é em 18 de fevereiro de 2016.

ACREDITE EM SEUS SONHOS, ASSIM COMO FEZ WALT DISNEY

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Se tem algo que caracteriza o espírito do mundo Disney é o seu amor pelos sonhos que temos dentro de nós e que são capazes de nos fazer sentir plenos e realizados. Essa é a mensagem que sempre nos transmitiu o talentoso Walt Disney. Para que você tenha certeza disso, reunimos algumas das frases que lhe deram a fama de um dos maiores sonhadores de todos os tempos.

“A melhor maneira de começar é parar de falar e agir”.

mem_n3_believeinyourdreams_img2Você pode realizar coisas que jamais imaginou na sua vida, só precisa dar o primeiro passo e confiar em si mesmo.

“Quando criar alguma coisa, acredite totalmente nisso, de maneira incondicional e indiscutível”.

mem_n3_believeinyourdreams_img3Tudo se trata de acreditar e  nunca desistir, até tornar seus desejos realidade.

“É muito divertido fazer o impossível”.

mem_n3_believeinyourdreams_img4O impossível apenas exige um pouco mais de esforço.

“Eu acredito na inovação”.

mem_n3_believeinyourdreams_img5Às vezes, aquilo que você precisa ainda não existe: nunca deixe que isso lhe impeça.

Os bem-sucedidos fazem da adversidade um estímulo e esse é o legado deixado por Walt Disney: “Muitos me perguntam qual é o segredo do meu sucesso e se posso dar uma dica aos demais de como realizarem seus sonhos. Minha resposta é que apenas trabalhando vão poder realizá-los”.

mem_n3_believeinyourdreams_img6Largue tudo, vá atrás do seu objetivo… tente, você não tem nada a perder.

“Tenha uma boa ideia e acredite nela. Insista e trabalhe nela até poder torná-la realidade, e faça bem-feito”.

mem_n3_believeinyourdreams_img7Devemos lembrar, como já disse Disney, que tudo começou com um simples rato.

O MUNDO DE WALT EM LOS ANGELES

Um passeio turístico especial pela cidade escolhida pelo criador da Disney para realizar suas melhores ideias

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Walt Disney poderia ter sido um típico garoto do meio-oeste norte-americano, mas passou a maior parte da vida adulta em Los Angeles. Um sonhador nato, Walt descobriu essa cidade na metade do século XX e sentiu que era o lugar ideal para tornar seu sonho em realidade: estava em pleno crescimento e possuía bastante talento criativo ao seu alcance, o que lhe ajudaria em suas criações. À medida que suas ambições foram aumentando até chegar ao seu último sonho, a criação da Disneylândia, Walt percebeu que sua amada cidade tinha o clima perfeito para filmagens externas e para potencializar o entretenimento.
Obviamente, nenhuma cidade permanece igual por muito tempo e atualmente não sobra muito daquela Los Angeles que Walt adorava, mas, mesmo assim, ainda existem vários aspectos incríveis para serem descobertos no lugar onde nasceu a magia da Disney. Mergulhe neste passeio exclusivo por Los Angeles sob a perspectiva de Walt Disney.
Buena Vista Street e o parque temático “California Adventure”, da Disney
Para vivenciar o sentimento de amor que Walt sentia por essa cidade, a Buena Vista Street leva os visitantes até a entrada do mágico parque temático “California Adventure”. Ande no bonde Red Car Trolley, faça compras nas encantadoras lojas de época, ou jante no elegante Carthay Circle Restaurant, onde os chapéus para os cavalheiros e as luvas brancas para as damas são estritamente opcionais. Esse é o lugar ideal para reviver o espírito da cidade que Walt conheceu, sem se distanciar muito da Los Angeles cosmopolita.
O “El Capitan Theater”
Este cinema clássico é um surpreendente reflexo da época dourada de Hollywood e fica bem na Calçada da Fama, na Hollywood Boulevard. Foi inaugurado em 1926 a partir de um elaborado projeto inspirado na Índia Oriental, criado pelo arquiteto de São Francisco, G. Albert Lansburgh, e que atualmente está avaliado em U$ 1,2 milhão de dólares. Em 1991, foi totalmente restaurado pela The Walt Disney Company e agora apresenta orgulhosamente as mais recentes estreias da Disney intercaladas com reprises ocasionais dos melhores clássicos. Visitar as instalações desse cinema é algo muito especial: um tocador de órgão oferece uma serenata para a plateia antes de cada sessão, também tem shows ao vivo e apresentações especiais. Além disso, tem um bar e uma loja de lembranças logo ao lado.
O Hyperion Studio
O primeiro estúdio de desenhos animados de Walt ficava na área de Lake City, no leste de Hollywood. Infelizmente, hoje não resta mais nada nesse local, onde foi construído um supermercado e um centro comercial. Porém, se você é daqueles fãs mais melancólicos do Walt e deseja conhecer o lugar onde tudo começou, o estúdio fica na Hyperion Avenue, nº 2725.
The Walt Disney Studios
Em 1940, Walt mudou seu estúdio, em constante desenvolvimento, para o número 500 da South Buena Vista Street, em Burbank, onde permanece até hoje, aumentando e prosperando. Entre os detalhes arquitetônicos do lugar, podemos destacar os sete anões que ficam na fachada do prédio da equipe da Disney, o novo edifício de animação (criado para se parecer com um pedaço de filme) e o prédio do chapéu de feiticeiro do Mickey. Embora não ofereça visitações ao público, vale a pena passar em frente para dar uma olhada na cerca de ferro forjado com as silhuetas do Mickey e suas portas originais em forma de palmeiras.
O Carolwood Pacific Historical Society
Perto do The Walt Disney Studios permanece ainda vivo um pedaço da história pessoal de Walt. Trata-se do Carolwood Pacific Historical Society, um grupo que se dedica à preservação do legado dos trens de Walt. Está situado no lindo parque Griffith e faz parte das exibições históricas de Los Angeles (dessas que Walt teria adorado, já que gostava de tudo relacionado aos trens). Você pode ir fazer uma visita no terceiro domingo do mês, das 11h às 15h. O estacionamento e entrada são gratuitos, mas as doações são bem-vindas.

OS “WALTS” DA DISNEY

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A empresa Walt Disney foi fundada com base nas ideias e sonhos de Walter Elias Disney. Porém, atualmente, há alguns dos seus integrantes que tem o mesmo nome do seu visionário criador. Quem são eles?  Como se sentem por serem xarás de Walt?
Conheça a história dessas três pessoas que trabalham nos Parques e Hotéis da Walt Disney, nestas três minientrevistas exclusivas:

Walt Hoffman
-O que faz na Disney?
-Sou técnico de fogos de artifício no hotel da Disneylândia.
-Recebeu esse nome em homenagem a alguém?
-Meu pai também se chamava Walter e, embora nossos segundos nomes sejam diferentes, sempre me chamaram de Walt.
-O que você sente trabalhando na Disney e tendo o mesmo nome do seu visionário fundador? 
-É uma honra trabalhar aqui e ter o nome “Walt”. Espero propiciar alguma felicidade aos visitantes através dos shows pirotécnicos, os quais eu adorava quando pequeno no sul da Califórnia. Eu ficava decepcionado nas noites que não tinham fogos de artifício.
-Com qual personagem Disney você é mais parecido?
-Com o Pateta, sem dúvida alguma.

Walter Kimes
-O que faz na Disney?
-Trabalho como gerente de manutenção.
-Recebeu esse nome em homenagem a alguém?
-Sempre me disseram que Walter foi um tio do meu pai e, além disso, tenho o segundo nome do meu pai.
-O que você sente por trabalhar na Disney e ter o mesmo nome do seu visionário fundador? 
-Não é ruim, exceto quando você fala ao telefone com algum vendedor e desligam achando que é um trote.
-Com qual personagem Disney você é mais parecido?
-Minha esposa tem me chamado de Peter Pan em várias ocasiões. Tem algo a ver com meu lado criança. mas é só dar um bom pulo do Tigrão e ela esquece tudo.

Walter W. Taylor II
-O que faz na Disney?
-Sou gerente de vendas da Typhoon Lagoon da Disney.
-Recebeu esse nome em homenagem a alguém?
-Sim, em homenagem ao meu avô.
-O que você sente por trabalhar na Disney e ter o mesmo nome do seu visionário fundador? 
-Já trabalhei em três ocasiões diferentes na Disney. Na primeira vez pedia para me chamarem de Walter, na segunda decidi mudar para Walt, sem contar quantas vezes os visitantes me perguntavam se meu sobrenome era Disney! Não se passou um dia dos 24 anos que trabalho aqui sem que alguém pergunte. Eu respondo que se meu sobrenome fosse Disney estaria jogando golfe e que é uma honra ter o seu nome.
-Com qual personagem Disney você é mais parecido?

-Gosto de pensar que sou parecido com o Mickey, mas tenho um lado meio Stitch que surge de vez em quando!

O GRANDE AMOR DE WALT DISNEY (E NÃO É O MICKEY!)

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Ter alguém ao seu lado é fundamental para realizar seus sonhos mais importantes porque, como diz o ditado, duas cabeças pensam melhor do que uma. Qual é a importância do amor na vida das pessoas? É incalculável! Por isso, nada melhor do que estes detalhes de amor sobre Lillian, a esposa de Walt Disney, para refletir sobre o valor desse sentimento especial.

1.- O objeto mais antigo na Disneylândia é um presente para Lillian.
Durante seu casamento, Walt deu de presente à sua amada uma árvore petrificada pelo seu aniversário, que ainda hoje pode ser vista no parque. Se isso não é amor…

2.- Ela trabalhava no departamento de Arte da Disney.
O casal desejava poder ficar junto sempre que fosse possível, por isso, não era de se estranhar que Lillian também fizesse parte da equipe da Disney. O mesmo ocorreu com a esposa de Roy O. Disney (o irmão mais velho de Walt).

3.- Lillian inspirou a cena inicial de “A Dama e o Vagabundo”.
Esse inesquecível momento em que a dona de Lady recebe sua linda cadelinha numa caixa de chapéu, é inspirado em um fato real: quando Walt presenteou a sua esposa com um cãozinho. Podia ser mais adorável?

4.- Um dos trens da Disneylândia tem o seu nome.
Se chama “Lilly Belle” e percorre o parque inteiro. Quando estiver por lá, lembre-se desse detalhe e suspire em nome do amor.

5.- Foi ela quem deu o nome a Mickey Mouse.
Se isso não é uma demonstração da importância do companheirismo na vida de um casal, mais nada pode ser. Originalmente, Walt Disney queria dar o nome de Mortimer ao seu personagem icônico. Porém, Lillian o convenceu de que Mickey Mouse soava mais agradável. Que sugestão brilhante!

“IMAGENHEIROS”: 60 ANOS IMAGINANDO O IMPOSSÍVEL

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Fundado em dezembro de 1952, o departamento de “Imagenheiros” (conhecido dentro da Disney como WDI) há mais de 60 anos dá vida a essas ideias que os fãs tanto curtem em todos os filmes. Esse grupo de artistas talentosos é conhecido como “Imagenheiros”, (uma combinação criativa das palavras Imaginar Engenheiros), porque alguma vez Walt Disney disse “é divertido fazer o impossível” e, precisamente, tornar real o impossível é a especialidade dessa equipe.

No ano passado, os “Imagenheiros” abriram para o público as portas da sua fábrica mágica em uma  exposição apenas para fãs. O Pavilhão de Parques e Hotéis de Walt Disney se tornou o local ideal para explorar o mundo do WDI, conhecer seus segredos e ver como ocorrem suas inovações.

“As pessoas sempre querem vir ao WDI, então, achamos que seria melhor levar o WDI até as pessoas para que todos pudessem visitá-lo”, comenta Dave Fischer, produtor dessa exposição. “Fizemos uma enorme réplica da fachada do WDI no centro de convenções de Anaheim e, por dentro, um mundo do Imaginário. O foco é mostrar o que fazemos e quem o faz, de forma que as pessoas possam ver as ferramentas e inclusive conhecer os “Imagenheiros” pessoalmente. Há representantes de vários departamentos e especialidades que vêm conhecer os fãs e mostrar seu trabalho. Essa oportunidade é tão emocionante para nós quanto para eles”.

Dave diz que o pavilhão foi projetado meticulosamente para tornar mais realista a experiência dos visitantes: “Utilizamos a tecnologia DISH, que mostramos e explicamos como nos ajuda a criar muitas das atrações. O público pode subir nas atrações da mesma maneira que fazemos ao testá-las. Também foi possível se divertir com jogos de Avatar e Guerra nas Estrelas, além de um teste para o projeto denominado “Adventure Trading Company” e, obviamente, a loja dos “Imagenheiros”, porque todas as grandes atrações terminam com uma loja de lembranças!”

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Trata-se não apenas de um espaço de conhecimento, mas de um local que vai desde a história até as últimas realizações do departamento, algo como interagir com o incrível Capitão América em nosso próprio ambiente. Também são exibidas peças icônicas dos arquivos de arte, incluindo uma de Peter Ellenshaw que pode ser vista com o uso de luz negra. Também tem modelos recuperados dos  armazéns, alguns ainda sem título. Entre eles, estão a Expedição do Rio Oeste, que era uma atração idealizada originalmente para o parque “Magic Kingdom”, e um modelo inicial para um pavilhão espacial em “Epcot”, criado por Ray Bradbury”, explica Dave.

Mas embora tudo isso pareça incrível, o verdadeiro tesouro desse departamento são seus “Imagenheiros”. Lendas da Disney como Marty Sklar e Bob Gurr compartilham nesse espaço suas experiências com o próprio Walt Disney. “É muito legal poder tê-los aqui para compartilhar perspectivas e histórias que nunca vamos esquecer”, conclui Dave.

Sem dúvida, conhecer o WDI será divertido para qualquer um, mas Dave espera que os visitantes também se sintam inspirados ao passar por aqui. “Eu gostaria que as pessoas descobrissem tudo o que é necessário para fazer o que fazemos. Somos tidos como sonhadores, mas também somos realizadores. Não se trata apenas de ter ideias, mas de torná-las realidade. Conhecer os “Imagenheiros” dará ao visitante uma ideia do significado de educar, entreter e inspirar o público que frequenta os parques da Disney ao redor do mundo. E isso é motivo de comemoração para o WDI, além de incentivo para trabalhar em mais realizações pelos próximos 60 anos e além”.

EM SEU 22º ANIVERSÁRIO, RELEMBRE OS GRANDES MOMENTOS DE “A BELA E A FERA”

Muitos acharam que depois de “A Pequena Sereia” já tinham visto toda a magia da Disney, mas sem dúvida se surpreenderam quando “A Bela e A Fera” estreou nos cinemas em 1991. Essa “antiga fábula” ainda reservava muitas surpresas e despertaria em você muitas emoções. Vamos relembrá-las?

Você aprendeu uma nova palavra…
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E através de uma bela paisagem que reflete a bondade da vida no campo você descobriu o encanto de sonhar acordado com uma vida melhor.
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Você também tremeu de medo com essa cena e se emocionou com o grito “Não atravesse essa porta! Não sabe o que te espera por trás dela!”
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Foi inevitável conter as lágrimas quando o pai de Bela desaparece.
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E como se esquecer da música! Certamente, essa canção ficou gravada em sua memória por bastante tempo: “Sou um modelo de pessoa, impressionante!”
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…apenas pode ser substituída pelo ritmo dessa maravilhosa festa: “Pode pedir!”
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Você também nunca mais viu a louça da mesma maneira, certo?
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E, certamente, pela primeira vez percebeu que a emoção no momento de se cortejar alguém geralmente se expressa ao morder os lábios, como faz a Fera nesta inesquecível cena.
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Esse filme também foi uma lição de feminilidade. Veja só como Bela se sentia: apenas ela consegue que seu vestido sempre esteja elegante e ajeitado.
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E você também entendeu a verdadeira definição de “inseto”, quando apareceu esse personagem que é um dos mais horripilantes da Disney.
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Como esquecer a cena da valsa, rodeada de magia e romance, emocionante como poucas.
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E, sem dúvida, você ficou triste e sentiu orgulho ao mesmo tempo quando a Fera libertou Bela para que fosse cuidar do seu pai… que lição de amor!
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Você também aprendeu que uma taça de porcelana, embora meio quebrada, pode ser um dos personagens mais meigos e adoráveis da Disney.
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E não faltaram risadas e alegria neste filme que tem de tudo!
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O verdadeiro significado da palavra bondade surge diante dos seus olhos quando o rosto da Fera expressa serenidade e, com grande clemência, permite que Gaston vá embora.
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E, como Gaston ataca covardemente a nobre Fera, certamente você se emocionou quando isso aconteceu:
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Foi inevitável sentir o mundo desmoronando, ao menos por um segundo, que parecia mais uma eternidade, quando a última pétala caiu…
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Mas, então, a esperança renasceu. E se revelou a verdadeira aparência do príncipe mascarada pela Fera:
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E, com alegria e emoção, você ficou conhecendo os verdadeiros Chip e o banquinho.
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Como não podia ser diferente nessa “antiga fábula”, todos viveram felizes para sempre.
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Por isso, você não conteve seu sorriso.
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E há mais de 22 anos tem assistido “A Bela e A Fera” umas mil vezes, porque cada vez que assiste, revive todas aqueles emoções que conquistaram seu coração desde a primeira vez.